Nuno Dias fala em «golpe duro», Cassiano Klein destaca «jogo magnífico»

/ Futsal

23-02-2026 23:04

Após a vitória do {TEAM_LINK|4368|Benfica} por 4-3 frente ao {TEAM_LINK|4369|Sporting}, na primeira mão dos quartos de final da Liga dos {COMPETITION_LINK|218|Campeões}, {COACH_LINK|3906|Nuno Dias} e {COACH_LINK|31188|Cassiano Klein} reagiram ao encontro, em declarações ao Canal 11. Recorde-se que a segunda mão está agendada para o dia 6 de março, às 20h00, no Pavilhão João Rocha. Nuno Dias, treinador do Sporting, em discurso direto: Benfica só esteve em vantagem a dois segundos do fim: «E foi dentro do tempo? É um golpe duro porque fomos melhores. Tivemos melhores oportunidades e estivemos mais perto de vencer. Depois, acabámos por perder. É futsal, por isso é que gostamos da modalidade. É imprevisível, as coisas acontecem assim. Não estamos contentes, mas estamos apenas no intervalo e a desvantagem é de apenas um golo. Agora, temos mais 40 minutos para recuperar.» Empate era o mais justo? «Só sei que as oportunidades flagrantes de finalização foram nossas. O Benfica fez por chegar ao empate e acaba por ser premiado por isso no fim. Perder desta forma é completamente injusto para aquilo que nós fizemos.» Condicionante para a segunda mão: «Isto é tudo novo para nós, nunca tínhamos entrado nesta competição desta forma. Sabemos que temos a desvantagem de um golo e que faltam 40 minutos. Iremos fazer de tudo para dar a volta à situação.» Cassiano Klein, treinador do Benfica, em discurso direto: Balanço da partida: «Um jogo magnífico e incrível. As duas equipas com intensidade e a jogarem para ganhar durante o tempo todo. Duas equipas a defender forte e sempre à procura de dificultar. Uma coisa é jogares com dois metros de distância do adversário; outra é teres centímetros para tomar uma decisão. Vejo que, tanto nós como o Sporting, procuramos lutar para ter a bola e dificultar o adversário. Isso vai-nos melhorando. Estou feliz pelo jogo, mas sabemos que falta a segunda parte num pavilhão desafiante.» Abordagem para a segunda mão: «Temos uma identidade muito clara e no que nós acreditamos é no que jogámos hoje. Claro que, em cada jogo, nós procuramos aprender, mas não acredito que o Sporting também vá trocar a sua identidade. Vão querer melhorar em algumas coisas, como nós também. Agora, vamos recuperar, analisar o que foi bom e ver o que pode ser melhorado. A única surpresa poderá ser a intensidade.» Lesões nos encarnados: «O jogo não é só físico, também é muito mental. O que eu mais senti foi a resiliência deles, mesmo com o cansaço e as dores. Hoje foi mais uma amostra de que a nossa equipa está sempre a aprender e a lutar no limite.»