Rumou ao FC Porto no 'Caso Bruma' e assume: «Se dependesse de mim, não tinha saído do Sporting»

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17-03-2026 10:45

Atire a primeira pedra quem nunca correu atrás de um sonho, ainda que, por vezes, sem pensar em possíveis consequências. Diz-se, num conhecido ditado popular, que o sonho move a vida. Este tipo de combustível dificilmente se verga a crises. O povo dificilmente se engana. O futebol, tal como muitas outras artes, desperta emoção, euforia, horas de dedicação... mas nem sempre retribui. Mesmo aqueles que, a dada altura, conhecem o alto nível, não estão livres do insucesso, ou de sonhos frustrados. Dificilmente existem caminhos sem linhas tortas. Por muito duro que possa parecer, apesar de já conhecermos as histórias de final feliz, estas linhas tortas podem desviar-nos do trajeto que imaginávamos. Há quem lhe chame destino, há quem não acredite tanto nesse argumento. Em 2013, residiam [entre muitos] dois talentos na formação do {TEAM_LINK|16|Sporting}. Dois jogadores que já atraíam atenção, apesar dos tenros 15 anos. Falamos de {PLAYER_LINK|195286|Idrisa Sambú} e {PLAYER_LINK|195287|Moreto Cassamá}. Dois jovens luso-guineenses que acabaram transferidos para o FC Porto, alegadamente por uma desavença entre o seu agente, {AGENT_LINK|6|Catió Baldé}, e Bruno de Carvalho, antigo presidente dos leões, no conhecido caso em que Bruma rescindiu contrato com o Sporting. Volvidos 13 épocas, os dois atletas que tanto prometiam, e que também deram nas vistas ao serviço da formação dos dragões, estão sem clube. Para compreender melhor a situação, o zerozero esteve à conversa com o próprio Idrisa Sambú, que nos deu a sua visão pessoal sobre o caso. Moreto Cassamá e Catió Baldé foram igualmente contactados, mas o nosso portal não obteve nenhum tipo de resposta.