Com a <i>Champions</i> à porta, o calendário aperta: estão as <i>segundas linhas</i> do Sporting afinadas?
/ Futebol
06-09-2026 10:45
A temporada mal começou, mas as fases regulares competições europeias já batem à porta, significando que, a partir de agora, vai ser mesmo sempre a doer. O {TEAM_LINK|16|Sporting} é uma das poucas equipas portuguesas que se encontra a competir em quatro competições distintas e que disputará muitos jogos até (pelo menos) janeiro do próximo ano. Nesse sentido, será necessário {COACH_LINK|28061|Rui Borges} tomar algumas medidas e fazer ajustes para não sobrecarregar os seus pupilos. Com más experiências na memória, visto que os leões têm sido bastante fustigados por problemas físicos nas últimas temporadas, certamente a estrutura do emblema da capital lusa procurará fazer algo diferente na presente época. {PROXJOGOS|DIR|16|0|0} As segundas linhas do Sporting, ou pelo menos os jogadores que têm entrado em campo mais vezes saindo do banco do que no lote de titulares, vão ter um papel fundamental nos próximos meses. {PLAYER_LINK|612628|Fotis Ioannidis}, {PLAYER_LINK|829332|Luís Guilherme} e {PLAYER_LINK|926559|Nestory Irankunda} foram chamados a entrar no decorrer do triunfo sobre o {TEAM_LINK|27|Nacional} (2-0), como já tinha acontecido com o {TEAM_LINK|31|Rio Ave} (0-4), e pode muito bem vir a ser uma tendência que continue a verificar-se nos jogos dos leões. Mas, afinal, a quatro dias da estreia leonina na Champions League, o que podem oferecer estes três atletas saídos do banco? «Custa ver o Ioannidis fora do relvado» Do grupo de atletas acima mencionado, o grego acaba por ser o que menos vezes saiu do banco de suplentes, dado que integrou o onze inicial nas duas primeiras jornadas e não foi opção no duelo diante do {TEAM_LINK|1|FC Alverca}. Se, como titular, já havia oferecido garantias (marcou dois golos e assistiu para outros dois tentos) de que é um digno ponta de lança para os lisboetas, como suplente não fica muito atrás. Depois de falhar o encontro da 3.ª jornada, diante do FC Alverca, o avançado entrou aos 65' no embate com o Rio Ave (para fazer parelha com {PLAYER_LINK|504173|Suárez}) e, fora um remate e um lance onde foi pisado, acabou por não produzir muito no tempo em que esteve dentro das quatro linhas. {EPOCA|DIR|JOG|612628|218294|0|0|0|0} Contra o Nacional, a história já foi outra. Revitalizado e enérgico, saltou do banco, ao minuto 67, com uma genica que relembrou a todos o bom momento de forma que o número 89 vive desde o arranque da temporada. Tentou visar o alvo em três ocasiões e, numa delas, acabou por protagonizar uma das jogadas do encontro. O atleta de 26 anos trocou (por completo) as voltas a {PLAYER_LINK|892300|Chico Gonçalves} e atirou na direção da baliza; {PLAYER_LINK|764991|Renato Marin} tocou no esférico, que tirou tinta à barra - o grego mal queria acreditar. Com um calendário preenchido e com todos os pormenores a merecerem a maior minúcia, muito provavelmente, e assumindo que Luis Suárez voltou a assumir a titularidade, Ioannidis será claramente a primeira opção para substituir o colombiano. No entanto, Rui Borges conseguiu ainda expandir os horizontes de como o atleta natural de Atenas pode ser utilizado na moldura tática do Sporting. «O Fotis pode, em alguns momentos, jogar nas costas do ponta de lança. Até porque custa ter o Fotis fora de campo. Merece mais tempo de jogo... é ingrato para eles [Suárez e Fotis]. Para mim, é bom, que tenho dois grandes e belíssimos avançados. Dá-me dores de cabeça», começou por dizer o timoneiro do Sporting. «Para eles é ingrato, porque, quando um joga, à partida, o outro poderá não jogar. No futuro, poderá, uma vez ou outra, acontecer jogarem os dois ao mesmo tempo», finalizou.
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