Últimos minutos fatais: a malapata de Rui Borges em análise
/ Futebol
14-09-2026 12:01
Desde que chegou ao {TEAM_LINK|16|Sporting}, {COACH_LINK|28061|Rui Borges} tem lidado com uma malapata e está difícil ver-se livre dela, sendo o empate (1-1) no reduto do {TEAM_LINK|2175|FC Famalicão}, este domingo, na 6.ª jornada da {COMPETITION_LINK|3|Liga Portugal}, o exemplo mais recente. A equipa tem sofrido recorrentemente golos nos últimos minutos das partidas e isso tem custado vitórias, pontos, vantagens em eliminatórias e até troféus. Fenómeno já aconteceu em 13 ocasiões! Nesta visita ao {TEAM_LINK|15|Minho}, os leões também marcaram tarde – {PLAYER_LINK|504173|Luís Suárez} colocou a equipa em vantagem, de penálti, aos 81’ –, porém deixaram escapar a vitória e os consequentes três pontos num autogolo de {PLAYER_LINK|384159|Gonçalo Inácio} já para lá do minuto 90. Com este resultado perdem terreno na perseguição ao líder {TEAM_LINK|9|FC Porto} e também em relação ao Benfica que é, por esta altura, 2.º classificado de forma isolada. {IMGMED|ESQ|1553444|Autogolo de Gonçalo Inácio aos 90+1' ditou empate} Rui Borges está consciente do problema e no final do encontro em Famalicão voltou a deixar o alerta. «O único momento em que desligámos um pouquinho… É isso que temos de aprender, pois saímos muito penalizados. Não pode acontecer numa equipa como o Sporting que quer ganhar todos os jogos e lutar pelo título, não pode desligar, nem que seja por um segundo. Porque sai caro e já tínhamos o aviso num ou noutro jogo e voltou a acontecer. Não pode acontecer!»
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